sábado, 4 de junho de 2011

Os benefícios da corrida

corrida é um dos exercícios mais recomendados para o bem-estar físico e mental. Além de ser uma atividade completa que envolve praticamente todos os músculos do corpo, ela é aliada na queima de gorduras e no aumento da massa muscular.


No entanto, antes de começar a correr você precisa analisar seu estado físico. Cada pessoa tem um ritmo diferente e é muito importante respeitá-lo. Para quem está acima do peso, não pratica exercícios há muito tempo, fuma ou tem algum problema respiratório, o ideal é começar caminhando. Andar durante quarenta minutos, duas vezes por semana, já faz bastante diferença e ajuda a ganhar fôlego. Depois, é só aumentar o ritmo e perceberá que dentro de seis meses está pronta para enfrentar qualquer maratona.

Além de benefícios cardiovasculares, uma hora de corrida intercalada com caminhada é capaz de queimar em média 500 kcal. Com a prática da atividade física, o organismo torna-se mais saudável, pois a gordura é substituída por músculo, massa magra. Depois de algumas semanas, o corpo já "afina" e fica mais torneado. Talvez a diferença nem apareça tanto na balança, mas sim nas medidas.

Outro atrativo do esporte é o fator financeiro, já que ele pode ser feito na rua ou em parques. Para praticá-lo, basta usar roupas confortáveis e um tênis de boa qualidade, pois ele ajuda no desempenho e evita futuros problemas. Fora isso, correr ao ar livre pode ser muito relaxante. Então, o que você está esperando?

Fonte: Terra

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Alimentação sem carboidrato é a melhor saída?

Você com certeza já ouviu falar ou mesmo já experimentou a dieta das proteínas, certo? É tentador para quem quer emagrecer saber que existe a possibilidade de emagrecer rápido, podendo comer carnes, leite e derivados, ovos, bacon e outros alimentos ricos em proteínas e gorduras.

Sendo o único sacrifício, deixar de comer o carboidrato. Quantos não pensaram assim: Ah, será apenas por um tempo!

Realmente é possível ter o resultado desejado, pois o carboidrato é primeira fonte de energia utilizada para o corpo, excluindo ou diminuindo o consumo desse nutriente, o organismo passa a utilizar a proteína e a gordura como energia, alterando o metabolismo dos carboidratos.

Mas isso pode trazer muitos prejuízos a saúde. Consumir uma grande quantidade de proteína pode comprometer os rins, já o consumo excessivo de gorduras, pode elevar os níveis de colesterol e triglicérides no sangue, que leva a um maior risco de doenças cardiovasculares.

E se ainda não houver o consumo de legumes, verduras e frutas poderá acarretar a deficiência desses nutrientes, ocasionando outros prejuízos.

Para que o organismo trabalhe corretamente é preciso ter uma alimentação balanceada, com qualidade e na quantidade adequada. Restringir ou excluir o carboidrato significa comer de forma desiquilibrada.

Sem contar que o cérebro precisa do carboidrato diariamente, então pode comprometer a integridade do sistema nervoso central também. Além disso, é comum ouvir de pessoas que já experimentaram esse tipo de dieta notarem alterações de humor, impaciência, irritabilidade e outras sensações desagradáveis.

Quanto a consumir os carboidratos até ás 18:00 horas, é importante que se faça o jantar de forma balanceada, já que é uma das refeições principais, por isso o carboidrato deve fazer parte. O segredo é saber a quantidade certa de consumir e fazer opções de fontes saudáveis, exemplos : arroz ou pães integrais, aveia, batata, etc.

Por estes motivos apresentados, pense bem antes de fazer qualquer dieta, analise se ela é benéfica a curto, médio e longo prazo e se o seu resultado será bom para sua estética e saúde. Talvez perceberá que não é a melhor saída tirar o carboidrato.

Por: Roberta dos Santos Silva
Nutricionista-chefe do programa Cyber Diet, formada pela Universidade Católica de Santos CRN-3

Fonte: Terra

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Os 10 principais erros que as pessoas cometem na academia, segundo profissionais de fitness

Em alguns casos, estas falhas podem simplesmente fazer a diferença entre o sucesso e o fracasso do treino. Mas também podem sair mais caro, provocando dores e lesões no corpo.

1 – Não alongar o suficiente

Não alongar os músculos que são solicitados por determinado exercício pode provocar lesões e dificultar a recuperação muscular após o treino.
Por exemplo, depois de uma corrida é fundamental alongar os principais músculos dos membros inferiores (quadricípedes, isquiotibiais e gémeos).

Dica: Alongue imediatamente após a atividade aeróbica, enquanto os músculos estão quentes, de forma a prevenir lesões.

2 – Levantar peso a mais

Quando escolher os pesos para o seu treino, certifique-se que são adequados ao seu peso e à sua condição física. De início, evite colocar a “fasquia” demasiado alta, pois o treino de força ou resistência deve ser gradual e progressivo.
Dica: Escolha um peso com o qual consiga fazer as primeiras 15 repetições sem grande dificuldade. A segunda série já deverá implicar mais esforço, caso contrário trata-se de um peso demasiado leve para si.

3 – Faltar ao aquecimento

Basta chegar com atraso às sessões de grupo para perder uma parte fundamental da aula: o aquecimento. É um erro primário, mas muito comum por falta de tempo ou mesmo “preguiça”.
Não se esqueça que os músculos necessitam de tempo para se adaptar às exigências físicas do treino, daí a importância do aquecimento antes da sessão. Cinco a dez minutos podem ser suficientes.
Dica: Planeie as suas aulas de grupo semanais para não se atrasar. Se chegar mesmo atrasado/a, o melhor é dosar o esforço nos primeiros dez minutos.

4 – Sem “retorno à calma”

Qualquer sessão deve ser composta por uma parte inicial (aquecimento), fase fundamental (dá resposta ao principal objetivo) e fase final (retorno à calma). Esta última leva o organismo de volta a uma situação de repouso, diminuindo gradualmente a frequência cardíaca e respiratória. Uma paragem abrupta pode originar tonturas e quebra de tensão, principalmente em indivíduos hipertensos ou com problemas cardiovasculares.
Dica: Reserve alguns minutos para baixar a pressão arterial e alongar os seus músculos, de forma a aumentar a flexibilidade e ajudar a preparar o seu corpo para o próximo exercício.

5 – Cair no exagero

Lembre-se que é mais eficaz treinar moderadamente durante largos períodos de tempo do que treinar intensamente apenas alguns minutos, sobretudo quando falamos de treino aeróbio. É aconselhavel, pelo menos 30 minutos, de exercício moderado por dia.
Dica: O ideal é não exagerar, quer em duração (acima de 75 minutos de treino), quer em intensidade (acima de 85% da frequência cardíaca máxima).
O exercício é benéfico, mas somente se for na dose certa.

6 – Esquecer de hidratar

É um erro esperar até ter sede para se hidratar. A sede já é um sinal de desidratação, com as consequências que isso acarreta a nível da diminuição do seu rendimento físico.
Dica: A água pode matar a sede, mas não repõe os sais minerais, em quantidade suficiente, perdidos pelo corpo durante o treino. Além disso, os sintomas de cansaço resultantes do aumento do esforço podem também derivar da diminuição dos níveis de açúcar no sangue, aconselhando-se, por isso, muitas vezes, bebidas isotónicas com hidratos de carbono. Siga a máxima da hidratação no treino: antes, durante e depois. Beba 500ml duas horas antes do treino, e 1 a 1,2l por cada hora de exercício.

7 – Má postura

Uma postura incorreta anula os resultados do treino e pode originar vários tipos de problemas, desde lesões musculares, dores nas costas ou tendinites. A postura não é uma preocupação exclusiva de modalidades como yoga ou pilates, apesar de ser tema recorrente nestas aulas. Em qualquer espaço do ginásio, o alinhamento corporal deve ser devidamente valorizado.
Dicas: Na passadeira mantenha a inclinação e a velocidade ajustada, de forma a conseguir andar ou correr, sem se apoiar na máquina ou ter necessidade de inclinar o tronco demasiado para a frente (inclinação acima de 8% é critica). Nas steppers e elípticas, apoie as mãos, apenas com a força suficiente para se equilibrar.
Quando utilizar pesos livres, mantenha as costas direitas, sem inclinar a cabeça para a frente. Se estiver de pé, dobre ligeiramente os joelhos.

8 – Não suar a camisa

Ou seja, não treinar o suficiente para fazer subir a frequência cardíaca acima dos níveis habituais. O treino não deve ser encarado como uma rotina.
Dica: A falta de intensidade também pode ser sinal de desmotivação. Talvez seja altura de experimentar novas modalidades ou diferentes exercícios.

9 – Movimentos bruscos

A realização de movimentos de modo muito rápido e descontrolado pode implicar lesões ao nível dos músculos e dos ligamentos, pois as tensões geradas são muito altas. Os casos mais flagrantes ocorrem quando se fazem exercícios de musculação (puxar ou empurrar) sem marcar bem cada posição.
Dica: Movimento controlado.
É uma regra a aplicar em qualquer tipo de treino: nos exercícios de musculação, a velocidade de execução ideal é lenta: 4s por repetição.

10 – Treino mal suplementado

Que diferença faz levar uma bebida isotónica para um treino (acima dos 45 m) ou comer um bolo antes do exercício? Bastante.
A maior carga de açúcar do bolo eleva significativamente os níveis da glicemia, provocando um pico insulínico e, posteriormente, uma diminuição muito rápida desses níveis, que, se coincidir com o final do treino, pode acontecer uma hipoglicemia. Mais: a bebida préhidrata e é de fácil digestão, o bolo desidrata e, consoante a carga de gordura, permanece muito tempo no estômago, desviando para lá o sangue que seria necessário nos músculos.

Dica: Para treinos mais prolongados (mais de 45m), opte por barras nutritivas que não produzem o mesmo efeito dos bolos: são compostos por açúcares de absorção lenta, que fornecem energia gradual ao organismo.

Fonte: Fitness Club

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Comer rápido engorda ?

A fome anda de mãos dadas com os quilos a mais. E não só porque se ingere mais comida, como você vai ver a seguir
Você leva a primeira garfada à boca e começa a mastigar. Que delícia! O prazer de saborear um bom prato, porém, faz acelerar o ritmo da comilança. Eis a grande armadilha:
não esperar pelo menos 20 minutinhos para que o cérebro entenda que você já está satisfeito. Só quando cai a ficha lá na massa cinzenta, é que entra em cena o PYY, o hormônio da saciedade. “Está mais do que comprovado: quem mastiga com calma, em vez de encarar as refeições como um rali de velocidade, certamente come porções menores”, informa o pesquisador Hiroyasy Isso, que investiga assuntos relacionados à obesidade no Departamento de Medicina da Universidade de Osaka, no Japão.

Em outras palavras, é uma questão de comportamento, conforme aponta seu estudo. Juntamente com seus colegas de equipe, Hiroyasy Isso recrutou 1.122 homens e 2.165 mulheres com idades entre 30 e 69 anos. Passou, então, a indagar sobre seus hábitos à mesa, levando em conta também o índice de massa corporal de cada um deles. Os estudiosos descobriram que praticamente a metade dos varões e um pouco mais da metade das voluntárias só paravam de comer após se sentirem completamente saciados. Em comum, eles compatilhavam este perfil: eram o que se pode chamar de comedores rápidos.
A etapa seguinte foi comparar esses dois grupos com os participantes que não iam com tanta sede ao pote, por assim dizer. Resultado: os homens e as mulheres que comeram até não ter mais um pingo de vontade tinham duas vezes mais probabilidade de chegar ao sobrepeso. Esse risco aumentava três vezes entre os que comiam até a satisfação total e ainda por cima o faziam rapidamente. “A combinação desses dois tipos de comportamento têm efeito considerável no ganho de peso”, conta Isso.
Nem só as atitudes à mesa, no entanto, explicam essa relação. “Sabemos que há um mecanismo genético que nos leva a comer além da conta como forma de garantir um suprimento de energia enquanto ela está disponível”, continua o cientista japonês. E ele finaliza: “Também contribui para o consumo desnecessário de calorias o fato de que muita gente hoje em dia come distraído, sem prestar atenção no que está pondo no prato.”
Bem, se você se identifica com esses casos, compare seu comportamento à mesa com o dos seus amigos ou familiares e responda francamente:
1. Você continua mordiscando petiscos ou pães do couvert depois de terminar a refeição só para acompanhar os outros?
2. Você mantém guloseimas à vista no escritório ou na sala de casa?
Bem, responder sim a uma só pergunta já indica que é preciso mudar de comportamento, sob pena de disparar o ponteiro da balança ladeira acima. E quanto ao peso da genética nessa história, ninguém aqui vai subestimá-la, mas já se sabe que o estilo de vida é capaz de ativar no nosso corpo os genes que previnem várias doenças – a obesidade entre elas. Mais um motivo para adotar hábitos saudáveis!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Por que é bom ingerir carne de frango?


O frango é fonte de diversas substâncias fundamentais para a boa saúde do nosso organismo. Assim como a carne do boi, a da galinha é rica em proteínas, mas com uma diferença muito importante: a quantidade de gorduras saturadas é muito menor. E são essas gorduras as responsáveis pela maioria dos casos de problemas cardíacos atualmente.
Carne de frango nao deve faltar no cardápio (foto: Annie Andre/SXC)
“Todos os aminoácidos essenciais estão presentes no frango. É o arranjo desses compostos que forma diversos tipos de proteínas e enzimas. O humor, a atenção, a concentração e a qualidade do sono são alguns exemplos de nossas funções que são influenciadas pela presença dos aminoácidos, o que mostra sua importância”, explica Maximo Asinelli, médico nutrólogo.

Mas isso é só o começo. O especialista explica que o frango possui grande quantidade de vitaminas, principalmente as do complexo B, como a B2 e a B12. Elas são essenciais para o metabolismo celular, pois atuam em processos energéticos, em funções do sistema nervoso, além de serem importantes para estômago, intestino, pele, cabelo, olhos, boca e fígado.
“A vitamina PP também está presente na carne da ave. Ela trabalha em processos do sistema respiratório e na dilatação dos vasos sanguíneos. Sua falta pode levar à fraqueza muscular, estomatite e lesões na pele, entre outros problemas”, diz Asinelli.
Esses são apenas alguns dos benefícios do frango, que também é uma boa fonte de ferro e fósforo. Mas é importante lembrar: dê preferência ao frango caipira, pois é criado de forma mais natural, sem hormônios e outros produtos sintéticos. Então, sempre que possível, deixe um espaço para esse alimento tão gostoso e, principalmente, nutritivo em seu prato.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Fisiculturismo deve estrear no Pan e na Olimpíada como exibição

De acordo com o jornal mexicano La Jornada, o fisiculturismo deve entrar nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011 e na Olimpíada de 2012 como esporte de exibição. 

A informação foi dada pelo presidente da Federação Mexicana, Francisco Cabezas, que tem a esperança de que o esporte seja integrado oficialmente no calendário no Rio de Janeiro 2016. 

O dirigente afirmou que o fisiculturismo merece estar nas Olimpíadas por ser considerado um esporte que requer disciplina, constância e interesse, qualidades reunidas em outros esportes. 

Cabezas conversou com algumas autoridades esportivas, entre elas a Comissão Nacional de Cultura Física e Esporte (Conade), para obter mais apoio dos 21 mil afiliados da federação. 

O dirigente confirmou a tentativa durante a apresentação de uma competição do fisiculturismo na nova categoria biquíni, em que desfilaram na passarela oito esportistas. De 2 a 4 de setembro, no Ginásio Juan de la Barrera será realizada a 59ª edição do Mister México, Senhorita Perfeição, Fitness e Figura.

Fonte: Terra

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Você sabe as diferenças entre diet, light e zero?

As gôndolas dos supermercados estão cada vez mais cheias de novidades. Muitos consumidores se preocupam com a qualidade dos produtos adquiridos, mas nem sempre têm certeza do que estão comprando e consumindo. A partir da década de 1980, o brasileiro passou a ter disponível alimentos modificados em relação ao conteúdo de nutrientes – carboidratos, proteínas, gorduras, sódio – e que são, atualmente, classificados como dietlight e zero. Mas será que o consumidor sabe qual a real diferença entre essas três designações?


O alimento diet é formulado com modificações especiais para se adequar a diferentes dietas ou indivíduos com necessidades metabólicas específicas. Nessa categoria estão os alimentos com restrição e isenção de nutrientes (carboidratos, proteínas, gorduras e sódio), alimentos para controle do peso e, especificamente, alimentos para dietas de ingestão controlada de açúcares, como, por exemplo, dietas para portadores de diabetes.
O termo light indica diferenças na composição de um produto em comparação a outro tradicional. Um alimento é considerado light quando apresenta redução mínima de 25% das calorias ou de algum nutriente em relação ao original, como, por exemplo, gordura. Alguns pães são considerados light pelo seu teor reduzido de gorduras e não, necessariamente, de calorias.
Já o zero foi o último a integrar os termos empregados em embalagens de alimentos. O nome zero indica que o alimento apresenta restrição ou isenção de algum nutriente em comparação com a versão tradicional. Se a isenção for de açúcares, o produto ainda deve apresentar valor calórico reduzido. Um caso de alimento zero são os refrigerantes, que são isentos de açúcar e possuem muito menos calorias em comparação ao produto original.
Não se deixe levar pelos nomes
Apesar da objetividade das definições, na prática, comumente surgem dúvidas que dificultam a escolha do consumidor. “A portaria referente ao termo light, por exemplo, não estabelece valor máximo de restrição. É comum existir alimentos isentos de algum nutriente ou caloria e que poderiam receber a designação de diet ou zero – com o termo light em seu rótulo”, explica Isabela Cardoso Pimentel, nutricionista do setor de Nutrição Preventiva do Hospital do Coração (HCor).
Os termos zero e diet também se confundem, mas compreendendo a legislação, o termo diet se refere a um alimento original e o termo zero se refere a uma versão modificada do original sem indicação específica a uma determinada doença. “A população frequentemente confunde alimento diet com alimentos de poucas calorias, porém, não necessariamente é desta forma. Um alimento restrito em açúcar pode conter maior teor de gorduras e apresentar teor calórico igual ou maior que o original, como ocorre com o chocolate diet”, salienta Camila Gracia, também especialista em nutrição do HCor.
De modo semelhante, um alimento pode ser classificado como light, mas ainda assim conter elevado teor de calorias para ser utilizado de rotina num plano alimentar para redução do peso, como acontece com o creme de leite light ou a manteiga light.
Na prática
Para se ter uma ideia, 1/3 de uma barra de chocolate ao leite de 30 g contém 132 kcal (calorias) e 7,3 g de gorduras totais, enquanto que a mesma quantidade de chocolate ao leite diet possui 142 kcal e 9,9 g de gorduras totais. Neste caso, o produto diet é isento de açúcares, porém, apresenta maior teor de calorias e gorduras que o original. Não é indicado para perda de peso, somente para dietas restritas em açúcar.
No caso de refrigerantes, os produtos dietlight e zero não contêm açúcar e apresentam nenhuma ou menos que 4 kcal por 100 ml. A mudança da terminologia não implica em diferenças nutricionais significativas e a diferença entre os produtos está no tipo e quantidade de adoçantes utilizados. Nos refrigerantes à base de cola, uma lata de 350 ml, nas versões diet, light e zero, apresenta zero caloria e zero grama de açúcar. Já a versão comum possui 148 kcal e 37 g de açúcar.
Compreender as diferenças nas nomenclaturas utilizadas na rotulagem dos alimentos é um direito do consumidor e mais uma ferramenta para escolhas corretas e saudáveis, mas na hora de comprar, evite se impressionar com os termos em destaque. Leia a embalagem, verifique as informações nutricionais e compare os produtos.
Principais diferenças e indicações
• Diet – Isenção de açúcar e/ou proteína e/ou gorduras – Indicado para portadores de doenças metabólicas como diabetes. Cuidado: alimentos diet podem ter valor calórico maior que aqueles que contêm açúcar. Nem sempre são úteis para perda de peso;
• Light – Redução de calorias, ou açúcares, ou gorduras, ou sódio, ou outro nutriente em relação ao produto original – Indicado para pessoas que desejam reduzir o teor de açúcares, gorduras ou sal na alimentação. Cuidado: nem todo alimento light é próprio para perda de peso. A redução calórica em certos alimentos é muito pequena;
• Zero – Isenção de açúcar com redução de calorias ou isenção de nutrientes em relação ao produto original – De modo geral, as indicações são semelhantes às dos alimentos light. Quando o alimento é zero por isenção de açúcares, também pode ser consumido por portadores de diabetes.

Fonte: http://oqueeutenho.uol.com.br